9 de maio de 2007

Horta dos Jetsons




Não sou grande amigo das plantas como o Roberto Carlos. Mas ando numa fase Menino do Dedo Verde. Não por bons sentimentos cósmicos, apenas por hedonismo e vaidade, meus impulsos primários de bolso. É porque quero viver pra sempre. E neste projeto individual, conto com a ciência e os alimentos saudáveis.

Pois eis que surge o Aerogarden, amigo leitor. Imagine você: uma horta high-tech, sem terra, sem regador, sem luz natural nem pratinhos com água da dengue. E não desligue ainda. O aparato ainda é bonito, com um look futurista que a gente imaginava nos anos 80 ao romantizar os longínquos anos 2.000. Confira na foto e babe sobre seu prato de espaguete ao pesto.

Funciona como a cultura hidropônica, aquela que precisa apenas de água enriquecida com nutrientes como alimentos. As sementes ficam suspensas em frasquinhos sempre úmidos, ricos em comidas boas e iluminados full-time por uma abóbada alienígena. E o sistema eletrônico ainda avisa quanto dos nutrientes acabaram! Como o baby beef, as plantinhas têm uma vida de fartura - crescem duas vezes mais rápido do que se estivesse na terra - até serem assassinadas pela gente. E nem ofendemos os vegans com isso.

São manjericões, hortelãs, pimentas, morangos, tomates-cereja, nirás, oréganos e outras delícias que saem do sistema em qualquer estação direto pro prato. O preço: 150 doletas na Amazon. Meu aniversário acabou de passar. Aceito presente atrasado.


Um comentário:

mimi disse...

Muito bom seu blog, Gustavo!!

Vou visitar sempre!
Beijocas
mimi